Mulher quebra com enxada a imagem de Nossa Senhora em Minas Gerais

Com enxada, mulher danifica a imagem; ela estava desorientada, segundo a polícia

Uma mulher de 48 anos foi detida pela Polícia Militar após ter sido flagrada danificando com uma enxada a imagem de Nossa Senhora da Piedade, localizada na parte externa da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade, situada na cidade de Belo Oriente (253 km de Belo Horizonte).

Segundo o boletim de ocorrência, o caso ocorreu nesta terça-feira (24), sendo que os policiais foram acionados por meio do telefone de emergência da polícia.

Quando eles chegaram à igreja, a mulher já tinha danificado uma parte da imagem, que representa a padroeira da cidade, e se preparava para deixar o local. A mulher foi contida pelos militares.

Conforme a polícia, ela estava desorientada e não soube explicar o motivo pelo qual danificou o objeto religioso. Em seguida, ela foi conduzida para a delegacia de Polícia Civil da cidade. A enxada foi apreendida. O UOL tentou contato com a delegacia local, mas não conseguiu.

Luiz Carlos Macedo, pároco da igreja, não estava na igreja, conforme informação da secretaria da paróquia. Porém, em entrevista para um jornal local, o religioso disse que presenciou a cena e que a mulher "conversava" com a peça sacra, questionando se ela não iria "reagir' diante dos golpes dados, e ainda cantava músicas religiosas.


O pároco afirmou que o dano feito à imagem causou muita comoção entre os moradores da cidade mineira. Ele, entretanto, não detalhou se ela será restaurada.





Fonte: Uol

Mulher tem cabeça raspada por engano em hospital do sul de Minas

Saúde no Sul de Minas: Como se não bastasse a Máfia dos Orgãos em Poços de Caldas você corre o risco de entrar em um hospital para fazer um raio-x e ter a perna amputada.

Uma paciente de 40 anos teve o cabelo raspado por engano no Hospital Escola de Itajubá, no sul de Minas. Maria Inês da Silva deu entrada na unidade de saúde no dia 15 de março, para se preparar para uma cirurgia de coluna. No entanto, na quarta-feira (18) pela manhã, uma enfermeira e um médico cardiologista entraram no quarto e afirmaram que a diarista teria que passar pelo procedimento.






Fonte:R7

Máfia dos Orgãos: Médicos presos são proibidos de atuar no SUS em Poços de Caldas MG

Grave bem na memória os nomes destes bandidos disfarçados de médicos.


Os três médicos presos nesta segunda-feira (23) em Poços de Caldas (MG), acusados de irregularidades na constatação da morte e remoção de órgãos de um homem de 41 anos em 2001, receberam medidas cautelares do juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, responsável pelo caso. Entre as medidas está a proibição de atuarem no SUS. Segundo a Polícia Civil, os mandados de prisão foram expedidos em razão da sentença condenatória.

O  nefrologista João Alberto Góes Brandão, o urologista Cláudio Rogério Carneiro Fernandes e o radiologista Jeferson André Saheki Skulski são acusados da retirada ilegal de córneas e rins de Paulo Lourenço Alves, na época com 41 anos, na Santa Casa de Poços de Caldas. Eles foram condenados a 19, 17 e 18 anos, respectivamente.

O gastroenterologista Paulo César Negrão foi condenado há 16 anos de prisão, mas, segundo o juiz, a pena foi substituída por medidas cautelares. Já o anestesista José Julio Balducci foi absolvido, já que o juiz entendeu que a participação dele não foi suficiente para condenações.

Médicos João Alberto Brandão, Cláudio Rogério e Jeferson Skulski foram detidos em Poços de Caldas (Foto: Reprodução EPTV)

Entre as medidas cautelares que devem ser cumpridas pelos médicos presos e também por Paulo César Negrão estão o impedimento de atender pelo SUS, o recolhimento do passaporte pela Justiça e o impedimento de entrar na Santa Casa de Poços de Caldas para qualquer fim. Além disso, nenhum dos condenados pode se ausentar da comarca por mais de 7 dias sem comunicar à Justiça.

Dois dos médicos acusados pelo morte e remoção dos órgãos de um paciente – João Alberto Góes Brandão e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes  - já foram condenados em outros casos da chamada ‘Máfia dos Órgãos’. Fernandes chegou a ficar preso por 30 dias pela condenação a 17 anos de prisão, por envolvimento no caso do menino Paulo Veronesi Pavesi, o Paulinho, em 2000. O episódio ficou conhecido como 'Caso Pavesi' e provocou o início das investigações de outros oito casos referentes ao tráfico de órgãos em Poços de Caldas.

Caso foi julgado em julho de 2014 em Poços de Caldas, MG (Foto: Reprodução EPTV)

Entenda o caso

O caso denominado como ‘Caso 5’  aconteceu há 15 anos e vitimou Paulo Lourenço Alves, na época com 41 anos. Segundo o processo, a vítima morreu em 15 de janeiro de 2011 no Hospital da Santa Casa. Após a morte encefálica,  as córneas teriam sido retiradas e enviadas para Varginha (MG) e os rins, embora retirados, não foram transplantados.

De acordo com a denúncia,  no prontuário da vítima não consta o laudo do exame que comprovaria a morte cerebral do paciente, que teria sido doador cadáver. Não foram encontrados também registros médicos relatando as condições clínicas do paciente e nem foi possível confirmar se as córneas foram encaminhadas para Varginha.

Para a promotoria, o paciente que teve os órgãos retirados em 2001 ainda estava vivo antes da cirurgia e os seis médicos que participaram do procedimento foram denunciados pela falha no diagnóstico de morte encefálica e remoção ilegal de órgãos.
Para o Ministério Público, há a denúncia de que o paciente havia ingerido bebida alcoolica no dia anterior à internação. Dessa forma, nenhum procedimento a fim de diagnosticar a morte encefálica deveria ter sido realizado, já que o álcool funciona como depressor do Sistema Nervoso Central (SNC). Por isso, os médicos são acusados de ter condutas que teriam como finalidade a morte da vítima para a captação dos órgãos.

Denúncias do Ministério Público referentes aos médicos

O nefrologista e intensivista João Alberto Góes Brandão é apontado como o participante de todas as fases da captação, o que é expressamente proibido pela Lei de Transplantes. Segundo o Ministério Público, ele teria assistido ao paciente, mas não teria executado os procedimentos necessários para salvar a vida do mesmo e teria feito o exame para diagnosticar a morte encefálica de forma fraudulenta.

O denunciado também procedeu a notificação ao MG Sul Transplantes - entidade considera clandestina - e também avisou a família sobre a morte cerebral do paciente, obtendo autorização para a doação. Já o urologista e cirurgião Cláudio Rogério Carneiro Fernandes atuou diretamente na extração dos rins do doador.
Ainda na denúncia da promotoria, o gastroenterologista Paulo César Negrão atestou o diagnóstico de morte encefálica sem observar parâmetros legais.

E o radiologista Jeferson Skulski usou técnica diferente da recomendada na literatura médica para a detecção da morte, o que impossibilitou o diagnóstico correto.
O médico José Júlio Balducci participou como anestesista da cirurgia de retirada de órgãos da vítima. Já a oftalmologista Alessandra Angélica Queiroz Araújo foi responsável pela extração das córneas, mesmo não possuindo autorização legal para realizar transplantes.

Para a promotoria, todos os envolvidos sabiam que a vítima poderia ainda estar viva e ainda assim prosseguiram com a cirurgia, assumindo o risco de morte do paciente.

Outros casos relacionados e a Máfia dos Órgãos

Paulinho Pavesi morreu aos 10 anos após cair, e ter
os órgãos removidos (Foto: Arquivo Pessoal)

Os médicos aparecem ainda em outros processos ligados à 'Máfia dos Órgãos'.  O 'Caso 2', que foi julgado recentemente está ligado ao 'Caso 3', que ainda tramita na Justiça e terminou com a morte da vítima Alice Mezavila Tavares, na época com 49 anos, após receber um rim doado por um paciente supostamente assassinado. Ela esperou pelo menos três anos pelo transplante do órgão e segundo a família, as causas apontadas pela Santa Casa foram infecção generalizada e insuficiência renal crônica. Em outra caso, uma vítima de 50 anos não teve os órgãos captados, no entanto, o motivo não consta no prontuário médico. A morte aconteceu no dia 6 de junho de 2001.

As investigações de diversos casos referentes à retirada ilegal de órgãos na Santa Casa de Poços de Caldas tiveram início após a morte do menino Paulo Veronesi Pavesi, o Paulinho, em 2000. A criança, na época com 10 anos, teria tido os órgãos removidos enquanto ainda estava viva. Em 2013, três dos médicos envolvidos foram condenados em primeira instância a penas que variam entre 14 e 18 anos  e dois deles passaram um mês detidos no Presídio de Poços de Caldas. Eles conseguiram o direito de recorrer em liberade, mesmo após as condenações.

Há ainda a expectativa de que outros quatro médicos sejam levados à júri popular por conta da morte do Caso Pavesi. No entanto, no começo deste mês, o julgamento deste caso, que acontecia em Belo Horizonte, foi suspenso. O Caso 1 também já foi julgado e condenou os médicos Alexandre Crispino Zincone, João Alberto Góes Brandão, Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes em primeira instância.





Fonte G1

Web Rádio: Uma maneira nova de ouvir rádio


Sam Broadcast - Programa muito usado para transmissões ao vivo

A Internet já é considerada a maior rede de comunicação do mundo. É um local onde encontramos muitas informações de forma rápida, prática e muito simples. Vídeos, livros, fotos, textos, músicas entre outras coisas são fáceis de encontrarmos na rede, que hoje já está vivendo a sua versão 2.0, devido a sua evolução. E com isso, um meio de comunicação muito antigo, porém muito utilizado, se moldou para a internet. Estamos falando do Rádio, que na internet recebe o nome de web rádio.

O rádio é o veículo que oferece melhor relação entre investimento publicitário e mercado. E pensando assim é que encontramos Rádios exclusivas para Internet. Até porque, pessoas com conhecimento intermediário e médio em informática, conseguem criar a sua própria web rádio com facilidade. Tornando possível a interação com amigos, e desconhecidos do mundo todo, até porque a Internet torna todos juntos em um único ambiente, o virtual.

Uma web rádio permite que a mesma esteja conectada com o mundo fazendo com que seus ouvintes recebam áudio com qualidade através de uma distribuição via Streaming com qualidade de áudio igual de CD.

Com essa democratização presente na Internet, hoje encontramos uma variedade imensa de rádios segmentadas para os mais variados estilos musicais. Todas realizadas por pessoas que realmente gostam destes gêneros, e acabam encontrando público que possui afinidade com a programação e são fiéis a ela.

Como é criada?

O custo para a criação de uma web rádio é bem inferior ao custo de criação de uma rádio tradicional. Para a criação de uma web rádio é preciso assinar um plano de pacote de dados de um servidor que irá realizar a codificação correta e a transmissão para a rede.

Não existe a necessidade de aparelhos grandes e caros. Com um bom computador, com uma placa de áudio boa, microfone e bom Sistema Operacional, já são suficientes para a transmissão de uma web rádio.

É importante não confundir aquelas listas de músicas que podemos criar para compartilhar com os amigos com web rádio. As listas nada mais são do que Playlists, enquanto que uma web rádio segue uma programação onde estão incluídos fatores importantes como locução e vinhetas por exemplo.




Fonte: www.portaldaeducação.com.br

Dona de casa encontra camisinha dentro de lata de extrato de tomate

Uma dona de casa de Governador Valadares, Minas Gerais, teve uma surpresa desagradável ao abrir uma lata de extrato de tomate. Dentro da lata havia uma camisinha usada.

“Meu marido chegou a provar o molho, antes que percebêssemos que havia uma camisinha dentro da lata”, disse a mulher à reportagem.

Especialistas em direito do consumidor disseram que a mulher deve entrar com uma ação contra o fabricante e que ela deve receber indenização por danos morais, já que a sua saúde e a da sua família foram colocadas em risco.

Vale lembrar, que, em casos assim, todos os responsáveis pelo produto respondem na justiça, desde o revendedor até o fabricante.



Fonte: Rede Record Minas