Segurança nas rodovias mineiras será reforçada com 900 policiais

Policiamento será reforçado para evitar acidentes nas estradas

Novecentos agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) irão reforçar a segurança nas rodovias que cortam Minas Gerais durante o feriado prolongado. A operação "Rodovida Semana Santa/Tiradentes" terá início à meia-noite de quinta-feira (17) e se estenderá até o mesmo horário de segunda-feira (21).
 
Nos cinco dias de fiscalização intensificada serão utilizados 20 radares, 150 bafômetros para verificar se algum motorista está alcoolizado e dois helicópteros da corporação. Blitze serão montadas em pontos estratégidos com o objetivo de prevenir o registro de acidentes, combater infrações de trânsito e garantir melhor fluídez do tráfego.
 
Para os motoristas que vão pegar a estrada, a PRF recomenda que seja respeitado os limites de velocidade, mantido distância segura do carro da frente, além de estar em dia com a manutenção do carro, dirigir durante o dia e, principalmente, não ingerir bebida alcoólica antes de pegar o volante.
 
Lei Seca
 
O motorista que se negar a assoprar o bafômetro será submetido às penalidades administrativas (multa e recolhimento da carteira de habilitação), mesmo que não apresente sinais de embriaguez.
 
Os motoristas que forem flagrados dirigindo com teor alcóolico entre 0,05 e 0,34 miligrama por litro de ar expelido serão multados em R$ 1.915,40, terão a carteira apreendida e não poderão seguir viagem.
 
Já aqueles em que a concentração de álcool no organismo for superior a 0,34 miligrama serão presos por prática de crime de trânsito e responderão a processo criminal, além das penalidades administrativas.
 

 




Fonte: Hoje Em Dia

Circuito da Tilápia leva caminhão-cozinha para Fama-MG dia 09/04

Alfenas (MG) recebe nesta segunda-feira (7) a abertura do 1º Circuito da Tilápia. O evento irá percorrer outros 15 municípios de Minas Gerais até o dia 25 de abril. O objetivo é fortalecer e ampliar a produção de tilápias para consumo no estado. Os visitantes vão conferir palestras, work shops e um caminhão com uma cozinha-móvel, onde chefes e cozinheiros vão dar aulas. No final, o público vai poder degustar os pratos preparados.



Confira abaixo onde o caminhão cozinha vai estar durante a semana:

DIA 7 - Alfenas
DIA 9 - Fama
DIA 10 - Elói Mendes
DIA 11 - Alpinópolis
DIA 12 - Carmo do Rio Claro
DIA 13 - São João Batista da Glória
DIA 14 - Paraguaçu
DIA 15 - Pimenta
DIA 16 - Cristais
DIA 17 - Perdões
DIA 21 - Nepomuceno
DIA 22 - Coqueiral
DIA 23 - Boa Esperança
DIA 24 - Alfenas
DIA 25 - Capitólio







Fonte: Informações G1

FAMA-MG: Encenação da "Paixão e Morte de Jesus Cristo" - 2014




Venha participar de momentos de fé e conversão.

A apresentação encenada por moradores da cidade conta com um elenco aproximado de 150 atores mais as pessoas que trabalham nos bastidores para a realização do evento.

A encenação da Paixão de Cristo na cidade já é ponto de referência para turistas e visitantes na semana santa. A apresentação dura em torno de 2 horas e 30 minutos tendo um público de mais de 5000 mil pessoas como espectadores oriundos de várias regiões de Minas e do Brasil.

DATA: 18/04/2014
LOCAL: Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus as 19 horas

Direção Geral: Antônio Albino Tadeu Pereira Netto (Tadeu)


Ademir Palácios

Poetisa mineira Adélia Prado é apontada como uma das maiores poetas brasileiras vivas

Adélia Prado/ FotoTiago Queiroz/Estadão




Escritora mineira comenta sua nova obra em entrevista concedida ao Estadão. Poetisa não lançava nada havia três anos

Em entrevista ao Estadão, a poetisa mineira Adélia Prado fala sobre o lançamento do seu novo livro, intitulado Miserere, nesta quinta-feira (27). Segundo a publicação, a escritora flerta com a metafísica ao mesmo tempo em que aposta na grandeza das pequenas coisas nos 38 poemas da obra.

Considerada a maior poeta brasileira viva (ao lado de Gullar e Manoel de Barros), Adélia Prado não publicava nada havia três anos, quando saiu A Duração do Dia. "E, como não poderia ser diferente, sua poesia estabelece um diálogo com Deus, uma ponte com a transcendência", destaca a entrevista.

A poesia, para Ferreira Gullar, nasce de um espanto. Já para Adélia Prado, ela vem da “terceira margem da alma”. Ambos concordam, porém, que os momentos inspirados vêm subitamente, sem controle, reservando ao poeta a função de instrumento para decodificá-los em versos. Por isso é irregular o período que separa cada novo livro de poesia. Adélia, por exemplo, não publicava nada havia três anos, quando saiu A Duração do Dia. O jejum termina na quinta-feira, quando chega às livrarias Miserere (editora Record).

Por que os poemas de Miserere são mais escuros que seus habituais? O título do livro foi definido por conta disso?
Primeiro porque os olhos se turvam na velhice e a privação de regalias da juventude trazem consigo, de maneira não idealizada, as realidades do sofrimento e da morte. Abrir os olhos dói: morrer de tuberculose, que eu achava o máximo na maioria dos poetas que admirava na escola e de muitos santos que me encantavam com seus martírios, é de fato coisa tenebrosa e dificílima. Hoje, quando digo ‘miserere nobis’ (tem piedade de nós), sei um pouquinho mais do que estou falando. Assusta descobrir nossa orfandade original. Mas nada se apresenta sem remédio por causa da fé e da poesia, que considero uma forma estupenda de fé e esperança. O título Miserere foi escolhido porque me parece o que mais revela o espírito do livro.

A senhora faz duas citações de Marie Noël, poeta francesa que viveu a separação entre a fé e o desespero, e cuja obra culminou com um grito blasfemo, mas particularmente comovente. O que lhe atrai na poesia de Noël?
Exatamente o que você citou. Seu sofrimento me deixa perplexa e eu não conheço sua poesia – certamente o que lhe permitiu viver. Sabe onde encontro sua obra? Só conheço Notas Íntimas, que me impressionou muitíssimo e onde me reconheci de corpo inteiro em alguns aspectos. Ler esse livro bastou-me como ingresso em sua tribo.

O mundo atual, perturbado pelo terrorismo e pela guerra, ainda é propício à poesia? 
Não apenas propício à poesia, mas faminto dela.

A senhora já teve alguma experiência mística por meio da arte?
Como diz Guimarães Rosa, não sei de nada, mas desconfio de muita coisa. Mística – a experiência – é dom de Deus que Ele dá a quem quer. Estou na categoria dos seguidores. Ele me protege, tenho medo de certas dores.

A senhora acredita que sua poesia perderia o sentido sem a religião? A poesia é mais oração ou mais comunhão? Acredita que pode haver um poeta ateu?
Certamente escreveria outro tipo de poesia, mas não deixaria de escrevê-la. No texto de um poeta ateu, o substrato de sua poesia é o mesmo no de um poeta crente. Porque o fenômeno poético é religioso em sua natureza. A poesia, independentemente da crença ou não crença do poeta, nos liga a um centro de significação e sentido, assim como o faz a fé religiosa. Por isso é que a poesia é tão consoladora, dá tanta alegria. Minha formação é religiosa, confesso o que creio e é impossível que nossas profundas convicções desapareçam quando escrevemos. Seria esquizofrênico. Mística e poesia são braços do mesmo rio. Deus me deu o segundo, mas a fonte é a mesma, o Espírito Divino. A despeito de si mesmo, o poeta ateu entrega o ouro em sua poesia. É simples, rigorosamente ninguém é o criador da Beleza (poesia). Ela vem, eu diria como Guimarães Rosa, da terceira margem da alma. O poeta é só o “cavalo do Santo”, queira ou não. Às vezes, somos tentados a desistir quando descobrimos que ela, a poesia, é muito melhor que seu autor. É a tentação do orgulho. Que Deus nos livre dela.

É curioso como a realidade também parece exercer forte influência em seus versos – lembro-me de O Ditador na Prisão, que nasceu a partir de sua preocupação do destino do ex-presidente iraquiano Saddam Hussein, e agora em Lápide para Steve Jobs. A força da poesia está em oferecer um conforto moral?
A poesia oferece a realidade e sua beleza. Esta é sua força, seu conforto, sua alegria.

“Graças a Deus sou medrosa, / o instinto da sobrevivência / me torna a língua gentil” são alguns versos de Branca de Neve. Até que ponto isso se aplica à sua poesia?
A poesia não é nem pode ser uma “língua gentil”. Tem que ser sempre uma língua bela. No poema citado, Língua Gentil refere-se ao poeta e a seus medos e não à poesia propriamente. Língua Gentil, no caso do poema, é a língua que o poeta diz usar para não estumar as feras, para que elas não o devorem. De novo, não no poema, mas na vida, para lidar com os monstros interiores.

Quando a realidade cotidiana se mostra como maravilhamento e quando não passa de mera realidade?
Quando olho pedra e vejo pedra mesmo, só estou vendo a aparência. Quando a pedra me põe confusa de estranhamento e beleza, eu a estou vendo em sua realidade que nunca é apenas física. A aparência diz pouco. Só a poesia mostra o real.






Fonte:Estadão

Médico condenado no 'Caso Pavesi' tem habeas corpus 1 dia após prisão

Sérgio Poli Gaspar estava foragido desde o dia 6 de fevereiro.
Ele se entregou na manhã de terça-feira e fica pouco mais de 1 dia preso.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) aceitou na tarde desta quarta-feira (12) o pedido de habeas corpus em favor do médico Sérgio Poli Gaspar, condenado no esquema de retirada ilegal de órgãos para transplantes que ficou conhecido como a "Máfia dos Órgãos", em Poços de Caldas (MG). A liminar foi aceita pelo desembargador Flávio Leite da 1ª Câmara Criminal do TJMG. A expectativa é de que o médico pudesse ser solto ainda nesta quarta-feira, pouco mais de 24 horas depois de ter se entregado após ficar foragido desde o dia 6 de fevereiro.

Sérgio foi condenado juntamente com os médicos Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, que deixaram o presídio da cidade na última sexta-feira (7) depois de ficarem presos por cerca de um mês. Eles foram condenados pela retirada dos órgãos do menino Paulo Pavesi, de 10 anos, no ano 2000. Conforme a investigação apontou, a criança ainda estava viva quando os órgãos foram retirados.

Cláudio Fernandes falou com a imprensa ao deixar
o presídio (Foto: Marcos Corrêa)

Médicos soltos
Cláudio Fernandes e Celso Scafi deixaram o Presídio de Poços de Caldas na noite de sexta-feira (7). Familiares aguardavam pelos médicos na saída do presídio. Cláudio Fernandes falou com a imprensa e negou as acusações. "Eu sou inocente, assim como todos os outros acusados. Se tudo o que foi feito aqui é ilegal, então no Brasil inteiro também é ilegal", afirmou.

O habeas corpus dos médicos foi concedido em segunda instância, já que em primeira foi negada pelo desembargador Flávio Batista Leite, que entendeu que a prisão deveria ser mantida para garantir a segurança pública.

O juiz da primeira vara criminal de Poços de Caldas (MG), Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, anunciou nesta segunda-feira (10) novas medidas cautelares para os médicos soltos. Segundo o juiz, os médicos, que já não podiam exercer nenhuma função pública e nem se ausentar do país, vão ter de cumprir outras duas medidas cautelares enquanto respondem ao processo em liberdade. “Eles estão proibidos de se ausentar da comarca por mais de 15 dias, se não com expressa autorização do juiz e estão proibidos de ter acesso à Santa Casa de Poços de Caldas, local onde aconteceu o suposto crime que deu causa à prisão deles”, informou.

O juiz informou ainda que já enviou um ofício à Câmara para que seja investigado o uso de verbas públicas na Santa Casa de Poços De Caldas já que, segundo ele, ainda há suspeitas de irregularidades no hospital.
“Existem vários indícios de irregularidades nas aplicações dessas verbas, como pagamento de salários acima da média da região, nepotismo e falta de seleção dos profissionais, o que ocasionaria prejuízo aos munícipes”, afirmou.

As condenações
Na sentença de mais de 150 páginas, o juiz condenou Cláudio Fernandes a 17 anos de prisão. O texto informa que durante o atendimento ao menino Paulinho, o médico removeu os órgãos da vítima com consciência de que ela estava viva e não examinou o protocolo de morte encefálica. A sentença informa ainda que o médico confessou à Justiça ter grande renda com os transplantes e que sabia das atividades ilícitas da Ong MG Sul Transplantes, que atuava na cidade na época.

O urologista Celso Scafi foi preso no dia 6 de
fevereiro (Foto: Marcelo Rodrigues/ EPTV)

Médico Cláudio Rogério Carneiro Fernandes foi
detido pela PM (Foto: Marcelo Rodrigues/ EPTV)

Já o urologista Celso Scaffi foi condenado a 18 anos de prisão. De acordo com o juiz, o médico removeu órgãos em desacordo com a disposição legal, levando a vítima à morte, além de escrever que a criança não estava em morte encefálica, já que não houve o exame de arteriografia na Santa Casa. “Ele tentou ainda fraudar provas e inseriu dados falsos no prontuário médico”, declarou.

Entenda o Caso Pavesi
As investigações do ‘Caso Pavesi’ já duram quase 14 anos. Em 2002, quatro médicos, José Luis Gomes da Silva; José Luis Bonfitto; Marco Alexandre Pacheco da Fonseca e Álvaro Ianhez; foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado.

Paulinho Pavesi morreu aos 10 anos após cair, passar por cirurgia e ter os órgãos removidos (Foto: Paulo Pavesi/ Arquivo Pessoal)

Na denúncia consta que cada um cometeu atos encadeados que causaram a morte do menino. Entre eles, a admissão em hospital inadequado, a demora no atendimento neurocirúrgico, a realização de uma cirurgia feita por um profissional sem habilitação legal que resultou em erro médico e a inexistência de um tratamento efetivo e eficaz. A denúncia aponta também fraude no exame que determinou a morte encefálica do menino.

A investigação deu origem a outros sete inquéritos e a Santa Casa de Misericórdia de Poços de Caldas perdeu o credenciamento para realizar os transplantes em 2002. O caso foi tema de discussões também no Congresso Nacional em 2004, durante a CPI que investigou o tráfico de órgãos. Os médicos foram acusados de homicídio doloso qualificado pelo Ministério Público Federal.


Em janeiro deste ano, o pai do menino, Paulo Airton Pavesi, que vive na Europa, publicou o livro “Tráfico de Órgãos no Brasil – O que a máfia não quer que você saiba”. Com diferentes passagens que relatam a despedida do garoto, a exumação do corpo e a luta para provar que o menino foi vítima da chama ‘Máfia dos Órgãos’, Pavesi enfatiza que a história toda foi censurada e por isso, optou por lançar o livro de maneira independente e distribuir livremente pela internet.






Fonte:informações G1

Justiça de Poços de Caldas indicia mais 9 médicos da 'máfia dos órgãos'

O urologista Celso Scafi foi um dos presos no Caso
Pavesi. (Foto: Marcelo Rodrigues/ EPTV)

O juiz de Poços de Caldas (MG), Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, convocou a imprensa nesta quarta-feira (26) para falar sobra novas denúncias no caso da “máfia dos órgãos”. O juiz aceitou mais três denúncias do Ministério Público e indiciou mais nove médicos que teriam participação no caso.

Segundo o juiz, Alessandra Angélica Queiroz Araújo, Jeferson André Saheki Skulski, José Júlio Balducci e Paulo César Pereira Negrão vão responder por retirada ilegal de órgãos. Já José Luiz Gomes da Silva, Luiz Antônio Kalil Jorge e Francisca Raimunda de Souza Barreira vão responder por homicídio qualificado.

João Alberto Góes Brandão foi indiciado pelos dois crimes. Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, que está preso por participação na retirada dos órgãos do menino Paulo Pavesi, também foi indiciado.
“Se essas pessoas vão a júri ou não, se vão ser condenadas ou não, eu não posso dizer, pois se trata apenas do início do processo. Será uma longa tramitação, as pessoas serão ouvidas, não dá para antecipar um prognostico”, explicou o juiz.

O neurocirurgião Luiz Antônio Calil Jorge trabalha em Ubá (MG) e informou que em todos os casos que atuou os pacientes estavam em morte cerebral. José Arthur Kalil, advogado de Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, que está preso, não retornou o contato. O anestesista e ex-secretário de saúde de Poços de Caldas, José Júlio Balducci, disse que seus advogados já foram acionados para cuidar do caso. O médico Paulo Cesar Negrão foi orientado pelos seus advogados a não se pronunciar.

O neurocirurgião José Luiz Gomes da Silva, Francisca Raimunda de Souza Barreira, Jefferson André Saheki, João Alberto Góes Brandão e Alessandra Angélica Queiroz Araújo não foram localizados para falar sobre o caso.

Entenda o Caso Pavesi

As investigações do ‘Caso Pavesi’ já duram quase 14 anos. Em 2002, quatro médicos, José Luis Gomes da Silva; José Luis Bonfitto; Marco Alexandre Pacheco da Fonseca e Álvaro Ianhez; foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado.

Na denúncia consta que cada um cometeu atos encadeados que causaram a morte do menino. Entre eles, a admissão em hospital inadequado, a demora no atendimento neurocirúrgico, a realização de uma cirurgia feita por um profissional sem habilitação legal que resultou em erro médico e a inexistência de um tratamento efetivo e eficaz. A denúncia aponta também fraude no exame que determinou a morte encefálica do menino.

A investigação deu origem a outros sete inquéritos e a Santa Casa de Misericórdia de Poços de Caldas perdeu o credenciamento para realizar os transplantes em 2002. O caso foi tema de discussões também no Congresso Nacional em 2004, durante a CPI que investigou o tráfico de órgãos. Os médicos foram acusados de homicídio doloso qualificado pelo Ministério Público Federal.
Em janeiro deste ano, o pai do menino, Paulo Airton Pavesi, que vive na Europa, publicou o livro “Tráfico de Órgãos no Brasil – O que a máfia não quer que você saiba”. Com diferentes passagens que relatam a despedida do garoto, a exumação do corpo e a luta para provar que o menino foi vítima da chama ‘Máfia dos Órgãos’, Pavesi enfatiza que a história toda foi censurada e por isso, optou por lançar o livro de maneira independente e distribuir livremente pela internet.

Paulinho Pavesi morreu aos 10 anos após cair, passar por cirurgia e ter os órgãos removidos (Foto: Paulo Pavesi/ Arquivo Pessoal)



Fonte: G1