Galinha 'macho' canta como galo e 'paquera' fêmeas em sítio de MG

Galinha se comporta como se fosse galo em sítio de Caldas, MG (Foto: Tarciso Silva / EPTV)


 Uma galinha de pescoço pelado virou assunto na zona rural de Caldas (MG). É que ela se recusa a agir como fêmea. O dono diz que ela nunca botou um ovo sequer e canta como um galo. A "danada" ainda é brava e arruma briga com os galos do quintal, e para completar, agora resolveu até fazer graça para as outras galinhas. Apesar de muita gente estranhar o comportamento e até achar que ela atrai "coisa ruim", o dono diz que não deixa a galinha "macho" ir 'pra panela' de jeito nenhum.

Rinha de galinha
Além de cantar como galo, a galinha anda 'paquerando' as outras galinhas e esse comportamento vem causando confusão no quintal do seu 'Tadinho'. É que tem galo que está se sentindo ameaçado, com medo de perder o posto pra ela. "Às vezes ela briga também, se [o galo] for 'mais' pequeno (sic)... ela é corajosa", conta seu 'Tadinho'.

O clima anda tenso entre a bicharada no quintal do seu 'Tadinho': um galo canta de um lado e ela responde do outro. A galinha é corajosa e não foge da briga. Chega até a arrancar pena do galinho garnisé. Ela se ofende quando um macho se atreve a chegar perto, não dá tempo nem pra um galanteio.

Seu Zezão quis passar a galinha pra frente quando achou ela estranha (Foto: Tarciso Silva / EPTV)

A galinha só permite a aproximação das outras fêmeas. "Ela fica em volta das galinhas igual galo mesmo, abaixa a asa, 'vira em roda'. E só acompanha as galinhas", revela o dono.

A história dessa galinha diferente começou no quintal do seu "Zezão", como o povo de Caldas conhece seu José Messias de Carvalho. O ex-dono dela percebeu o jeito estranho da galinha, e por causa disso, a pobrezinha quase foi parar na panela. "Eu ia 'bater' ela e vender, que nem eu vendo toda semana. Aí eu contei pro meu primo, e aí ele resolveu: 'então eu te dou outra do mesmo tamanho e vou levar ela pra casa'."

O primo de seu ‘Zezão’, o ‘Tadinho’, como é conhecido, ficou sabendo do caso e decidiu salvar o pescoço da ‘bichinha’. "Aí eu comprei, mas porque é a coisa mais difícil isso aí. Porque eu estou com 47 anos e nunca vi [uma coisa dessa]. E mexo com isso direto", conta José Luiz de Freitas.

Desde então, na roça do seu ‘Tadinho’ quem canta de galo é ela. E os dois donos garantem: a galinha nunca botou um ovo. O mais curioso é que até esporões começaram a nascer nela. Seu 'Tadinho' chegou a colocar a pobrezinha de castigo pra ver se ficava mais feminina e a experiência não surtiu resultado. "Pra amansar e pra ver também [se botava], porque solta não ia ter jeito de ver. E nada de ovo", lamenta.

Seu 'Tadinho' diz que só passa a galinha
pra frente se pagarem muito dinheiro por ela
(Foto: Tarciso Silva / EPTV)

Diz a ciência...

De acordo com a veterinária Érika Andrade Lima, a galinha de Caldas pode ter um distúrbio hormonal e por isso ela tem as mesmas atitudes do macho.









Fonte:g1

Ajuste em contrato lesa Furnas em R$ 10 milhões

Por enriquecimento ilícito e danos ao erário, ex-diretores de Furnas, entre eles o ex-presidente Carlos Nadalutti Filho, e uma empresa de engenharia podem ter que devolver R$ 9,940 milhões, resultado de um aditivo contratual apontado como ilegal pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP). Nadalutti foi alçado à presidência da estatal por indicação do então deputado e hoje presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que é também apontado como responsável pela indicação de seu antecessor. Fora da cadeira de presidente de Furnas, Nadalutti hoje é diretor em duas empresas onde Furnas tem participação de 40% – Enerpeixe e Foz do Chapecó, ambas do setor de energia.

No último dia 19 de fevereiro, o MP ingressou com ação civil por improbidade administrativa no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que aceitou a denúncia e vai julgar o ressarcimento dos quase R$ 10 milhões à Furnas Centrais Elétricas. O montante é o valor de um aditivo de 100% do contrato assinado pela estatal com a Marte Engenharia, em 2010, e que estaria em desacordo com a Lei de Licitações. Além da empresa contratada e de Nadalutti, outros quatro servidores da estatal são réus no processo.

O MP pede também uma liminar para o bloqueio dos bens dos réus até o valor da causa. Conforme a denúncia do MP, a natureza do contrato impossibilitava que o aditivo superasse o percentual de 25% do valor inicial do contrato, conforme ordena a Lei 8.666/1993.

“Denota-se que o contrato de prestação de serviços celebrado entre Furnas e a empresa Marte Engenharia possuía prazo e objeto específico, não admitindo a sua prorrogação integral, mas, tão somente, a possibilidade de ajuste do tempo e do valor, este em, no máximo, 25% do preço original. Entretanto, descumprindo a regra
expressa da Lei de Licitações, os requeridos permitiram a extensão do contrato, sem nova licitação, criando novo prazo para conclusão e, notadamente, aumento do valor contratado em 100% do preço original”, diz a denúncia.

Nadalutti esteve no comando de Furnas entre outubro de 2008 e fevereiro de 2011. Seu antecessor era Luiz Paulo Conde, também nome da “quota” do PMDB. Ele deixou o cargo em uma tentativa do Planalto de reduzir a influência peemedebista sobre a empresa. Seu sucessor é o atual presidente, Flávio Decat. “Essas diretorias em outras empresas ligadas à Furnas reforça a tese de beneficiamento”, diz o promotor responsável pelo caso, Eduardo Nepomuceno. Ele informou que todos os envolvidos no caso já foram ouvidos pelo MP quando a investigação estava em fase de inquérito, seja pessoalmente ou por meio de cartas precatórias.

A Marte Engenharia, segundo seu registro na Receita Federal, tem como sócios administradores: Cláudio dos Santos Fonseca, Jean Silva Cintra e Américo Esteves Rodrigues. A SNC-Lavallin Miner LLC e a SNC Lavalin Inc aparecem como sócios pessoas jurídicas com domicílio no exterior. Hoje, Fonseca é o presidente da empresa.
Réus alegaram que parecer jurídico embasava aditivoO contrato original firmado entre Furnas Centrais Elétricas e a Marte Engenharia foi precedido de licitação e
celebrado durante as obras de modernização da Usina Hidrelétrica de Furnas. O objeto do contrato era a prestação de serviços de “engenharia do proprietário” para acompanhamento e fiscalização da execução de obras.
A assinatura ocorreu em março de 2008.

Em 17 de março de 2010 foi assinado o aditivo, sem nova licitação, e que reajustou o valor do contrato em 100%, atingindo R$ 19,880 milhões, e deu mais 48 meses de prazo para a prestação dos serviços. Réu no processo e à época dos fatos superintendente de Construções de Furnas, Clóvis Harly de Deus Ribeiro disse que não se lembra com exatidão do caso. “Não tenho como dizer nada porque não me lembro, eram muitos contratos que passavam pela minha superintendência. Mas certamente há algum equívoco e a empresa vai esclarecer”.

Segundo o promotor Eduardo Nepomuceno, a alegação dos réus é a de que “um parecer jurídico sustentava o aditivo ou de que a responsabilidade era de outras diretorias”.
A Marte Engenharia foi procurada e não respondeu aos questionamentos. A reportagem tentou contato com Carlos Nadalutti por meio do seu telefone residencial e por meio da empresa onde atua hoje como diretor, mas também não houve resposta. Marcio Antônio Arantes Porto também foi procurado por telefone, mas não foi encontrado.
Carlos José Ferreira e Marcelo Brandão Carneiro não foram localizados.

A assessoria de imprensa de Furnas se posicionou por meio de nota. “O Departamento Jurídico de Furnas ainda não foi formalmente notificado dos termos da ação nem teve acesso aos autos, razão pela qual não é possível fazer nenhuma avaliação sobre o caso”.





Fonte:Hoje Em Dia

Conta de luz da Cemig fica 28,8% mais cara a partir da próxima segunda-feira

A conta de luz dos clientes da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) vai aumentar 28,8%, em média, a partir da próxima segunda-feira, conforme aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Para as residências, o reajuste será de 21,39%.

A elevação faz parte da Revisão Tarifária Extraordinária (RTE), que abrangeu 58 distribuidoras no país (média de 23,3%). No caso da Cemig, em 8 de abril haverá novo aumento, correspondente ao reajuste anual. Especialistas estimam que a conta de luz do brasileiro ficará até 60% mais cara do que no mesmo período de 2014.

Ainda no próximo dia 2, começa a vigorar o aumento de 83% na bandeira tarifária vermelha, que será cobrada sempre que os níveis das hidrelétricas forem desfavoráveis à geração, exigindo o uso intensivo de usinas termelétricas. Dessa forma, dos atuais R$ 3 a cada 100 quilowatts-hora consumidos, o consumidor passará a pagar R$ 5,50. A bandeira tarifária para o mês de março de 2015 é vermelha e deve permanecer nessa cor pelos próximos meses.

As revisões extraordinárias ocorrem quando há mudanças significativas nos custos dos componentes tarifários. Segundo a regulamentação do setor, esses custos devem ser repassados à tarifa e pagos pelo consumidor. No caso da RTE aprovada na última sexta-feira (27), o objetivo é cobrir os empréstimos feitos com a Conta de Desenvolvimento do Setor Energético (CDE) às concessionárias e recompor o custo da energia comprada no último leilão.

Embora o leilão tenha contribuído para reduzir a exposição das empresas ao risco da energia cara, o preço negociado foi maior do que o previsto, onerando o consumidor. Vale ressaltar que as distribuidoras ignoraram o leilão anterior, cuja energia era mais barata.

O aumento do custo da energia de Itaipu, que subiu 46% em dólar na comparação com 2014, também entra nas contas da RTE. “Devido à valorização da moeda norte-americana, a expectativa é a de que a energia para a indústria suba mais do que para as residências”, afirma o presidente da CMU Energia, Walter Fróes.

Transmissão

Fróes explica que a parcela de transmissão cobrada das indústrias é menor do que a exigida das residências. Como o valor da energia teve maior impacto no índice por meio de Itaipu, provavelmente haverá maior pressão desse componente nas tarifas de alta tensão.

O voto do diretor da Aneel Reive Barros dos Santos, ao autorizar a RTE, prevê que os consumidores de alta tensão (grandes indústrias, shopping centers, supermercados) terão alta de 29,1% da conta da Cemig. A companhia informou, porém, que o índice não deve ser considerado ao pé da letra.

Segundo a Aneel, o impacto médio para o Brasil para o segmento de alta tensão será de 24,2%. Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o índice médio é de 29,3%. No Nordeste e no Norte, de acordo com a agência, será de 6,6%.









Fonte:Hoje Em Dia

Construções às margens do Lago de Furnas terão que ser demolidas

Construções de uma casa de veraneio às margens do Lago de Furnas terão que ser demolidas. A informação é do Ministério Público Federal (MPF), que informou que conseguiu, em ação civil pública proposta em defesa das Áreas de Preservação Permanente (APP), a condenação da proprietária do imóvel.

Segundo o MPF, além do imóvel construído no Loteamento Ecológico Porto Itambé, no município de Ibiraci, região Sul de Minas, a mulher ergueu garagem para barcos, área de lazer e rampa de acesso até o interior da represa, além de executar terraplanagem e paisagismo, com a retirada da vegetação nativa e introdução de espécies exóticas.

Ela agora terá de demolir todas essas edificações e benfeitorias, retirando o entulho resultante das demolições. Somente as casas serão preservadas, porque foram construídas fora da área de 30 metros até a represa.

Ainda conforme a decisão, a proprietária deverá recuper o local, elaborando e executando projeto de adequação ambiental previamente aprovado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama). As ações de recuperação deverão ter início em no máximo 180 dias, sob pena de pagamento de multa diária no valor de R$ 1 mil.

Sentença

Para o magistrado que proferiu a sentença, os danos ambientais causados pelas intervenções são incontroversos. Conforme laudo pericial, “A intervenção ocorreu com várias terraplanagens com a construção de 02 platôs, retirando a vegetação de gramíneas ali existentes e expondo o solo a intempéries, construção de duas casas de alvenaria, área de lazer, gramado, plantio de palmeiras, pomar, bomba para captação de água, rampa de concreto que dá acesso até a represa, iluminação, píer, pesqueiro e garagem para barcos”.

Isso tudo exatamente na faixa de 30 metros às margens do rio Grande, que constitui Área de Preservação Permanente, espaço especialmente protegido pela legislação ambiental. Nessas áreas, conforme o MPF, só são possíveis intervenções mediante autorização do órgão competente e somente nas hipóteses de utilidade pública, interesse social ou de baixo impacto ambiental, o que não foi o caso.



Fonte:Hoje Em Dia

Bloqueio de caminhoneiros já traz problemas de abastecimento em Minas Gerais

Em Campo Belo, 7 dos 8 postos estão sem nenhum tipo de combustível.
Motorista perdeu 38 mil litros de leite que iriam para Três Corações.

Cargas começam a ser perdidas em manifestação (Foto: Reprodução/EPTV)

O protesto dos caminhoneiros chegou ao terceiro dia nesta terça-feira (24) e a paralisação já traz efeitos no abastecimento. Em algumas cidades do Sul de Minas, já falta gasolina nos postos e as cargas com alimentos já estão estragando nos caminhões parados na Rodovia Fernão Dias. Além de Minas Gerais, o protesto já atinge nove estados brasileiros.

Pelo menos dois pontos da Rodovia Fernão Dias ficaram interditados nesta terça-feira (24) nos trechos que cortam o Sul de Minas. Um ponto da BR-491, em Varginha (MG), também chegou a passar por paralisação. Na Fernão Dias, há manifestações em Santo Antônio do Amparo (MG) e Perdões (MG).

Já em Varginha, os caminhoneiros que protestam contra o preço dos combustíveis e o valor pago pelo serviço de frete pararam pela manhã na Avenida do Contorno, segmento urbano da BR-491. Depois, eles foram para a BR-381, no trecho de Três Corações (MG).

 (Veja o mapa dos protestos nas estradas)

Por causa da manifestação, alguns produtos que estão sendo transportados já estão estragando.  Um motorista levava 38 mil litros de leite de Conceição do Pará (MG) para Três Corações (MG), mas o produto estragou e a carga foi perdida.

O caminhão dirigido por Telles Junior também transporta uma carga que pode ser perdida. “Eu estou levando iogurte. Para não faltar refrigeração, tenho que ficar com o motor ligado o tempo todo. Ainda está no padrão, vou esperar, vamos ver”, disse.

Já outro motorista que transporta coco e mamão disse que a carga só suporta mais dois dias. “Se não seguirmos, vou ter que dar para o povo para não perder”, completou Arnaldo Manoel dos Santos.

Falta de combustíveis em Campo Belo


Sete dos oito postos de Campo Belo (MG) estão sem nenhum tipo de combustível e, no único que ainda tem, as filas para abastecer já viram o quarteirão. Segundo o proprietário, a gasolina já está no fim e o álcool deve durar só até a quarta-feira (25).

Neste mesmo posto, houve quem ficasse na fila por mais de duas horas e um funcionário da prefeitura que tentou passar na frente para encher quatro galões de gasolina provocou confusão. “A gasolina vai para quatro ambulâncias que vão chegar de viagem e amanhã cedo devem levar pacientes a Belo Horizonte (MG). Precisamos da gasolina, senão não conseguiremos levar as pessoas”, disse Marcus Vinícius.

Em outro posto, onde os combustíveis não estão chegando, o dono Fábio Herik Moreira Nunes comenta a paralisação. “Não tem como os caminhões trazerem os combustíveis e daqui a pouco vai começar a faltar outras coisas nas cidades”, comentou.

O protesto e os desentendimentos

Embora esteja no terceiro dia, há motoristas que ainda não querem aderir ao protesto, que é contra o alto preço do óleo diesel e baixo valor do frete. Segundo os motoristas, é pago R$ 600 por uma viagem de pouco mais de 300 quilômetros. “ Tem que baixar o diesel ou aumentar o frete, senão não dá para trabalhar, nem as empresas estão conseguindo”, comentou o motorista Valtertino Caetano.

Contudo, a situação fica tensa quando alguém tenta furar o bloqueio. Um vídeo gravado pelos caminhoneiros mostrou quando os manifestantes quase tiram à força um motorista de dentro da cabine. Pelas imagens é possível ver que a ação só parou quando ele concordou em retornar com o veículo para o fim da fila.

O motorista Arnaldo Manoel dos Santos viu tudo. “O rapaz parou o caminhão e deu tapa na cara de um senhor de 61 anos. Onde já se viu isso, um de 30 anos batendo em outro de 61?”, relatou.
A Justiça Federal acatou um pedido feito pela Advocacia Geral da União (AGU) e determinou a desocupação das estradas. A decisão judicial dá um prazo de três horas a partir da notificação dos caminhoneiros. Se a ordem não for cumprida, motoristas e demais participantes do protesto e do Movimento União Brasil

Caminhoneiro podem ser multados em até R$ 50 mil por hora de ocupação.

Na entidade de classe dos caminhoneiros, ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.






Fonte:G1

FAMA-MG: Ensaios da Encenação da "Paixão e Morte de Jesus Cristo" de 2015


Começaram os ensaios para a "Encenação da Paixão de Cristo" em Fama no Sul de Minas Gerais.O evento que já é ponto de referência para turistas e visitantes na semana santa, tem expectativa agora para 2015 de um público próximo de 5000 pessoas para assistir a encenação. A apresentação dura em torno de 2 horas e 30 minutos, os componentes são moradores da cidade.

Direção Geral: Antônio Albino Tadeu Pereira Netto (Tadeu)


Ademir Palácios